O relógio da semana começa. Vagaroso acordar, atrasado como sempre e pouco importando para a situação. O local, as falas, a rotina já não o anima. A cada segunda-feira sofre um parto de um feto morto lá para seus 4 quilos de banha e inutilidade.
O uniforme que inadvertidamente não veste, o computador, a sala fechada coberta de papéis intermináveis numa corrida pela reclicagem, responsabilidade social, uma caminhada sem progresso.
enfim...
Esse é o sinal da fim da critividade limitada deste cérebro sub utilizado.
por JMauro Pimentel

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